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Unify QuadraTM & QuartetTM - Tecnologia quadripolar de estimulação do VE

Com quatro eletrodos e dez vetores de estimulação, o cabo-eletrodo de VE Quartet® é um avanço espetacular no tratamento da insuficiência cardíaca (IC) (Figura 1).


Figura 1: Eletrodo Quartet® com os quatro pólos (Distal 1, Med. 2, Med. 3 e Proximal 4).



Os pacientes com IC frequentemente apresentam complicações de estimulação durante o implante ou nas avaliações subsequentes. Os limiares altos de estimulação (10 - 20% dos pacientes)1, a estimulação do nervo frênico (37% dos pacientes)2 ou o deslocamento do eletrodo podem levar a revisões cirúrgicas (aproximadamente 8% dos pacientes em um período de 6 meses)3.

A necessidade de revisão cirúrgica ou reprogramação devido a estimulação de nervo frênico, altos limiares ou deslocamento de eletrodo foi significativamente menor em pacientes com o eletrodo Quartet, quando comparada com pacientes com eletrodo convencional bipolar (Gráfico 1)4.


Gráfico 1: Comparação da frequência de necessidade de revisão cirúrgica entre o grupo bipolar e o grupo quadripolar em número de dias.



As taxas de revisões cirúrgicas após um mês de implante foram até 70% mais baixas com o eletrodo Quartet em comparação com as taxas notificadas nos estudos MADIT-CRT e CARE-HF, que utilizaram eletrodos bipolares (Gráfico 2)5-7.


Gráfico 2: Taxa de revisões cirúrgicas Quadripolar X Bipolar.



Os tempos de implante com o Quartet foram 28% mais rápidos e com 55% menos de exposição à fluoroscopia, quando comparados aos resultados de estudos prévios utilizando eletrodos bipolares tradicionais (Gráficos 3 e 4)8,9.


Gráficos 3 e 4: Tempo de implante e tempo de exposição à fluoroscopia Quadripolar X Bipolar.



REFERÊNCIAS

1. Gurevitz O, Nof E, Carasso S, Luria D, Bar-Lev D, Tanami N, et al. Programmable multiple pacing configurations help overcome high left ventricular pacing thresholds and avoid phrenic nerve stimulation. Pacing Clin Electrophysiol. 2005;28(12):1255-9.

2. Biffi M, Moschini C, Bertini M, Saporito D, Ziacchi M, Diemberger I, et al. Phrenic stimulation: a challenge for cardiac resynchronization therapy. Circ Arrhythm Electrophysiol. 2009;2(4):402-10.

3. León AR, Abraham WT, Curtis AB, Daubert JP, Fisher WG, Gurley J, et al.; MIRACLE Study Program. Safety of transvenous cardiac resynchronization system implantation in patients with chronic heart failure: combined results of over 2,000 patients from a multicenter study program. J Am Coll Cardiol. 2005;46(12):2348-56.

4. Forleo GB, Della Rocca DG, Papavasileiou LP, Molfetta AD, Santini L, Romeo F. Left ventricular pacing with a new quadripolar transvenous lead for CRT: early results of a prospective comparison with conventional implant outcomes. Heart Rhythm. 2011;8(1):31-7.

5. Data compiled from clinical study results, on file at St. Jude Medical in Report  60034670.

6. Moss AJ, Hall WJ, Cannom DS, Klein H, Brown MW, Daubert JP, et al.; MADIT-CRT Trial Investigators. Cardiac resynchronization therapy for the prevention of heart-failure events. N Engl J Med. 2009;361(14):1329-38.

7. Gras D, Böcker D, Lunati M, Wellens HJ, Calvert M, Free-mantle N, et al.; CARE-HF Study Steering Committee and Investigators. Implantation of cardiac resynchronization therapy systems in the CARE-HF trial: procedural success rate and safety. Europace. 2007;9(7):516-22.

8. Dänschel W, Sperzel JK, Gutleben K, Kranig W, Mortensen P, Connelly D, et al. Initial clinical experience with a novel left ventricular quadripolar lead. Europace. 2010;12 (suppl 1): i127. Abstract 183/5.

9. Duray GZ, Hohnloser SH, Israel CW. Coronary sinus side branches for cardiac resynchronization therapy: prospective evaluation of availability, implant success, and procedural determinants. J Cardiovasc Electrophysiol. 2008;19(5):489-94.

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